Noticias REDE DE AUTORIDADES LOCAIS PRETENDE AGREGAR MAIS MEMBROS PARA APROVEITAR AS OPORTUNIDADES

Julho 8, 2022

Coube à Coordenadora do Fundo Galego de Cooperação e Solidariedade apresentar a Rede de Autoridades Locais da Lusofonia pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que, de acordo com Andrea García, encontra-se num momento de transição e de aproveitar de novas oportunidades. E uma das grandes novidades trazidas é um possível alargamento desta rede, composta por 11 entidades, já em 2023, na próxima edição do Fórum da Cooperação Municipalista da Lusofonia.

Para esta responsável, era importante apresentar esta rede para os participantes deste fórum, cujo memorando de entendimento foi assinado no ano de 2020. “Esta rede foi muito importante no âmbito da lusofonia, na Espanha e não só, mas agora precisa avançar. Está num momento de transição e de aproveitar novas oportunidades. A prova disso é que na Espanha várias entidades têm mostrado interesse em integrar esta rede. Podem ser potenciais financiadores e nos ajudar na próxima etapa.”

Mas, para isso, afirma Andrea García, é preciso definir claramente quem são as entidades que a integram desde o início e definir os critérios para os que querem aderir a partir de agora. “Não podemos perder esta oportunidade, pelo que temos de definir os critérios para os atuais membros e para os que querem nos acompanhar nesta caminhada, mas isso é algo que temos de fazer no imediato,” afirma a entrevistada, para quem o próximo passo é, sem dúvida, a adesão de novos membros.

É que a Coordenadora do Fundo Galego de Cooperação e Solidariedade acredita que, já no próximo fórum, haverá novidades neste sentido, sendo que a expectativa é de que os novos membros venham a enriquecer ainda mais esta rede. “Penso que quanto maior, seremos com certeza mais fortes e teremos mais experiências para partilhar e mais entidades para nos acompanhar nesta caminhada e, consequentemente, mais oportunidades irão surgir.”

Entre os presentes, uma das preocupações colocadas é a necessidade de melhorar a comunicação internamente. Sobre este particular Andrea García reconheceu que esta pode ser, de facto, uma fraqueza. Mas lembro que a rede funciona na base do voluntariado, ou seja, do trabalho de alguns entusiastas. Mas é algo que, com certeza, vão tentar melhorar. 

Num futuro não muito distante, Andrea afirma que esta rede aspira ter e concretizar os seus próprios projetos, mas, para isso, terá de procurar financiamento entre os seus membros ou junto da União Europeia. E está confiante porque, diz, há muitas oportunidades e o momento é ótimo para isso.

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